- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a comercialização de uma série de produtos irregulares no país, incluindo itens vendidos como “Ozempic Power”, “Mounjmax”, “Maxtwo + 3D Slim” e “Maxtwo Detox”. A medida também veta a fabricação, distribuição, propaganda, exportação e uso desses produtos.
- Segundo a agência, os itens são fabricados por empresa não identificada e não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário no Brasil. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.
- De acordo com a Anvisa, os produtos estavam sendo anunciados e comercializados de forma irregular, sem qualquer comprovação de eficácia, segurança ou procedência.
- A agência reforçou que medicamentos e produtos de saúde só podem ser vendidos no país após registro sanitário, o que garante avaliação técnica de qualidade, segurança e eficácia.
- A decisão também inclui a apreensão de dois lotes irregulares do medicamento “Mounjaro Kwikpen”, indicado para tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, registrado no Brasil sob o nome de Tirzepatida.
- Os lotes D830169 e D830169D foram identificados com irregularidades e estão proibidos de serem armazenados, comercializados, distribuídos, transportados ou utilizados.
- Segundo a Anvisa, os produtos apresentam rotulagem em inglês, origem não comprovada e foram transportados em desacordo com a legislação sanitária brasileira.
- A agência alerta que produtos sem registro podem representar risco à saúde da população, já que não passam por avaliação de segurança e podem conter substâncias desconhecidas ou fora dos padrões exigidos.
- A Anvisa também reforça que medicamentos irregulares são frequentemente associados a fraudes, falsificação e propaganda enganosa, especialmente em redes sociais e plataformas digitais.
- A medida faz parte das ações de fiscalização da agência para combater a venda de medicamentos irregulares no mercado brasileiro, especialmente aqueles divulgados como soluções para emagrecimento ou tratamento de doenças sem comprovação científica.
- A população é orientada a não utilizar produtos sem registro e a denunciar a comercialização irregular aos canais oficiais da Anvisa.
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